quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Reflexão em Paulo Freire



PAULO FREIRE, um homem de idéias brilhantes, capaz de tocar o ser humano no íntimo de sua alma, deixou para a humanidade grandes ensinamentos e reflexões. Destaco aqui algumas das frases célebres deste homem simples, corajoso e sensato em suas palavras.




“Na verdade, o domínio sobre os signos lingüísticos escritos, mesmo pela criança que se alfabetiza, pressupõe uma experiência social que o precede – a da ‘leitura’ do mundo.”
(Cartas à Guiné-Bissau, 1977.)

“A retomada da infância distante, buscando a compreensão do meu ato de ‘ler’ o mundo particular em que me movia (...), me é absolutamente significativa. Neste esforço a que me vou entregando, recrio, e revivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra.”
(A importância do Ato de Ler, 1982.)

“Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”
(Educação na Cidade, 1991.)

“Dai a ênfase que dou (...) não propriamente à análise de métodos e técnicas em si mesmos, mas ao caráter político da educação, de que decorre a impossibilidade de sua neutralidade.”
(Ação Cultural para a Liberdade, 1976)

“Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão.”
(Pedagogia do Oprimido, 1968.)

A consciência do mundo e a consciência de si como ser inacabado necessariamente inscrevem o ser consciente de sua inconclusão num permanente movimento de busca (...).
(Pedagogia da Autonomia, 1997.)

“Aos esfarrapados do mundo e aos que neles se descobrem e, assim descobrindo-se, com eles sofrem, mas, sobretudo, com eles lutam.”
(Pedagogia do Oprimido, 1968.)

“Quando penso em minha Terra, penso sobretudo no sonho possível – mas nada fácil – da invenção democrática de nossa sociedade.”
(À Sombra desta Mangueira, 1995.)

“Devemos compreender de modo dialético a relação entre a educação sistemática e a mudança social, a transformação política da sociedade. Os problemas da escola estão profundamente enraizados nas condições globais da sociedade.”
(Medo e Ousadia, 1987.)


“Minha fala (..) estava acrescida de um significado que antes não tinha. Era, no momento (...) em que a comunhão não era apenas a de homens e de mulheres e de deuses e ancestrais, mas também a comunhão com as diferentes expressões de vida. O universo da comunhão abrangia as árvores, os bichos, os pássaros, a terra mesma, os rios, os mares. A vida em plenitude.”
(Pedagogia da Esperança, 1992.)

“Para a concepção crítica, o analfabetismo nem é uma ‘chaga’, nem uma ‘erva daninha’ a ser erradicada (...), mas uma das expressões concretas de uma realidade social injusta.”
(Ação Cultural para a Liberdade, 1976)

“Daí que os intelectuais que aderem a esse sonho tenham de selá-lo na passagem que devem realizar ao universo do povo. No fundo, tem de viver com ele uma comunhão em que, sem dúvida, terão muito o que ensinar se, porém, com humildade e não por tática, aprenderem a renascer como um intelectual ficando-novo.”
(Por uma Pedagogia da Pergunta, 1989.)

“É porque podemos transformar o mundo, que estamos com ele e com outros. Não teríamos ultrapassado o nível de pura adaptação ao mundo se não tivéssemos alcançado a possibilidade de, pensando a própria adaptação, nos servir dela para programar a transformação.”
(Pedagogia da Indignação, 2000.)

“A pessPAULO FREIRE, um homem de idéias brilhantes, capazes de tocar o ser humano no íntimo de sua alma, deixou para a humanidade grandes ensinamentos e reflexões. Destaco aqui algumas das frases célebres deste homem simples, corajoso e sensato em suas palavras.
“Toca violão bem baixinho e canta para eu dormir.”
(Livro do Bebê in Ana Maria Araújo Freire no livro Paulo Freire: uma bibibliografia, em “A voz da esposa”)

“Na verdade, o domínio sobre os signos lingüísticos escritos, mesmo pela criança que se alfabetiza, pressupõe uma experiência social que o precede – a da ‘leitura’ do mundo.”
(Cartas à Guiné-Bissau, 1977.)

“A retomada da infância distante, buscando a compreensão do meu ato de ‘ler’ o mundo particular em que me movia (...), me é absolutamente significativa. Neste esforço a que me vou entregando, recrio, e revivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra.”
(A importância do Ato de Ler, 1982.)

“Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”
(Educação na Cidade, 1991.)

“Dai a ênfase que dou (...) não propriamente à análise de métodos e técnicas em si mesmos, mas ao caráter político da educação, de que decorre a impossibilidade de sua neutralidade.”
(Ação Cultural para a Liberdade, 1976)

“Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão.”
(Pedagogia do Oprimido, 1968.)

A consciência do mundo e a consciência de si como ser inacabado necessariamente inscrevem o ser consciente de sua inconclusão num permanente movimento de busca (...).
(Pedagogia da Autonomia, 1997.)

“Aos esfarrapados do mundo e aos que neles se descobrem e, assim descobrindo-se, com eles sofrem, mas, sobretudo, com eles lutam.”
(Pedagogia do Oprimido, 1968.)

“Quando penso em minha Terra, penso sobretudo no sonho possível – mas nada fácil – da invenção democrática de nossa sociedade.”
(À Sombra desta Mangueira, 1995.)

“Devemos compreender de modo dialético a relação entre a educação sistemática e a mudança social, a transformação política da sociedade. Os problemas da escola estão profundamente enraizados nas condições globais da sociedade.”
(Medo e Ousadia, 1987.)


“Minha fala (..) estava acrescida de um significado que antes não tinha. Era, no momento (...) em que a comunhão não era apenas a de homens e de mulheres e de deuses e ancestrais, mas também a comunhão com as diferentes expressões de vida. O universo da comunhão abrangia as árvores, os bichos, os pássaros, a terra mesma, os rios, os mares. A vida em plenitude.”
(Pedagogia da Esperança, 1992.)

“Para a concepção crítica, o analfabetismo nem é uma ‘chaga’, nem uma ‘erva daninha’ a ser erradicada (...), mas uma das expressões concretas de uma realidade social injusta.”
(Ação Cultural para a Liberdade, 1976)

“Daí que os intelectuais que aderem a esse sonho tenham de selá-lo na passagem que devem realizar ao universo do povo. No fundo, tem de viver com ele uma comunhão em que, sem dúvida, terão muito o que ensinar se, porém, com humildade e não por tática, aprenderem a renascer como um intelectual ficando-novo.”
(Por uma Pedagogia da Pergunta, 1989.)

“É porque podemos transformar o mundo, que estamos com ele e com outros. Não teríamos ultrapassado o nível de pura adaptação ao mundo se não tivéssemos alcançado a possibilidade de, pensando a própria adaptação, nos servir dela para programar a transformação.”
(Pedagogia da Indignação, 2000.)

“A pessoa conscientizada tem uma compreensão diferente da história e de seu papel nela. Recusa acomodar-se, mobiliza-se, organiza-se para mudar o mundo.”
(Cartas à Cristina, 1994.)

“O amor é uma intercomunicação íntima de duas consciências que se respeitam. Cada um tem o outro como sujeito de seu amor. Não se trata de apropriar-se do outro.”
(Educação e Mudança, 1979.)

“Desrespeitando os fracos, enganando os incautos, ofendendo a vida, explorando os outros, discriminando o índio, o negro, a mulher, não estarei ajudando meus filhos a ser sérios, justos e amorosos da vida e dos outros.”
(Pedagogia da Indignação, 2000.)
Últimas palavras escritas por Paulo Freire. Referia-se ao índio Galdino, assassinado por um grupo de adolescentes, em Brasília, 1997
oa conscientizada tem uma compreensão diferente da história e de seu papel nela. Recusa acomodar-se, mobiliza-se, organiza-se para mudar o mundo.”
(Cartas à Cristina, 1994.)

“O amor é uma intercomunicação íntima de duas consciências que se respeitam. Cada um tem o outro como sujeito de seu amor. Não se trata de apropriar-se do outro.”
(Educação e Mudança, 1979.)

“Desrespeitando os fracos, enganando os incautos, ofendendo a vida, explorando os outros, discriminando o índio, o negro, a mulher, não estarei ajudando meus filhos a ser sérios, justos e amorosos da vida e dos outros.”
(Pedagogia da Indignação, 2000.)
Últimas palavras escritas por Paulo Freire. Referia-se ao índio Galdino, assassinado por um grupo de adolescentes, em Brasília, 1997

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Festa de todas as cores

Cresci ouvindo da minha mãe que “o melhor da festa é esperar por ela".Concordo que realmente é bom esperar, porque junto com a espera vem aquele friozinho na barriga, a ansiedade de como será o tal acontecimento, a tortura de tentar prever como será...mas o que eu quero dizer é que melhor que esperar é vivenciar a festa. É poder divertir, dançar, cantar, namorar, conversar, se esbaldar, enfim observar tudo que está a volta e fotografar cada minuto para guardar na memória.
Durante a festa as pessoas parecem tocadas com uma varinha mágica, elas se abraçam, se beijam, se vestem para a festa, chegam até a mudar o visual para poder se destacar melhor entre tantos outros que se encontram no mesmo ambiente. É um momento em que todos desejam a felicidade, apesar de muitos não conseguirem atingir com a intensidade esperada. Os motivos? São muitos...Um grande amor deixado para trás, a pessoa que esperava encontrar e não estava lá, o porre a mais que te fez refletir sobre o passado, o corte da pessoa que você queria tanto ter ao seu lado durante a festa, a maneira como seu amigo te tratou, o beijo que você queria ter coragem para dar e não teve, quantos são os motivos para não curtir 100% uma festa!
Mas o que eu acho mesmo importante é não deixar de divertir e refletir...Refletir o quanto você soube aproveitar sem magoar as pessoas, o quanto você foi elogiado pelas atitudes gentis, o quanto você foi útil quando precisaram de você, o quanto você fez as pessoas sorrirem e o quanto te fizeram sorrir. É interessante saber depois de uma festa quantos amigos de verdade você conquistou, quantos abraços sinceros você ganhou e o quanto você vai deixar saudade e vai sentir saudade dos momentos vividos... As festas são como a vida , a vida deveria ser como um carnaval.
Aí está uma festa que sempre observo e considero a mais colorida de todas: CARNAVAL! É verde, por que traz esperança a muitas pessoas de encontrarem um grande amor, uma grande paquera ou até mesmo uma grande amizade. É vermelho porque desperta a paixão em corações desapaixonados. É amarelo por que seus dias são tomados pelo sol ardente e escandaloso do Brasil. É rosa por que pessoas de todas as classes se misturam e juntas celebram a alegria da amizade, do amor, da festa!!!
Agora terminada essa maravilha de festa brasileira chamada carnaval, fica nos rosto dos foliões uma máscara dúbia, “tristeza e alegria”, tristeza por ter acabado os momentos felizes vividos e celebrados com os amigos e a alegria do começo de um tempo de reflexão, um tempo de preparação e de também de muito trabalho, porque afinal só agora o Brasil começa a caminhar ...e caminhar feliz!!! Os críticos do carnaval que me perdoem, mas esta festa é um fenômeno da diversidade cultural brasileira, podem nos chamar de tolos, de atrasados, mas o importante é a felicidade que esta festa nos traz, é a harmonia provocada entre os foliões,é sentir a energia contagiante que viaja por quase todos os estados brasileiros